sábado, 6 de janeiro de 2018

Betel!!!!

Betel é uma palavra com origem no hebraico que significa "casa de Deus".


A primeira citação dela:
Abrão volta do Egito, de onde não era para ter ido apesar da fome imposta na terra de Canaã.
E fez as suas jornadas do sul até Betel, até ao lugar onde a princípio estivera a sua tenda, entre Betel e Ai; Gênesis 13:3

Depois vemos a experiência de Jacó em Betel, detalhando toda a fascinante história deste local.
E chegou a um lugar onde passou a noite, porque já o sol era posto; e tomou uma das pedras daquele lugar, e a pôs por seu travesseiro, e deitou-se naquele lugar.
E sonhou: e eis uma escada posta na terra, cujo topo tocava nos céus; e eis que os anjos de Deus subiam e desciam por ela;
E eis que o Senhor estava em cima dela, e disse: Eu sou o Senhor Deus de Abraão teu pai, e o Deus de Isaque; esta terra, em que estás deitado, darei a ti e à tua descendência;

E a tua descendência será como o pó da terra, e estender-se-á ao ocidente, e ao oriente, e ao norte, e ao sul, e em ti e na tua descendência serão benditas todas as famílias da terra;
E eis que estou contigo, e te guardarei por onde quer que fores, e te farei tornar a esta terra; porque não te deixarei, até que haja cumprido o que te tenho falado.

Acordando, pois, Jacó do seu sono, disse: Na verdade o Senhor está neste lugar; e eu não o sabia.
E temeu, e disse: Quão terrível é este lugar! Este não é outro lugar senão a casa de Deus; e esta é a porta dos céus.
Então levantou-se Jacó pela manhã de madrugada, e tomou a pedra que tinha posto por seu travesseiro, e a pôs por coluna, e derramou azeite em cima dela.
E chamou o nome daquele lugar Betel; o nome porém daquela cidade antes era Luz.
E Jacó fez um voto, dizendo: Se Deus for comigo, e me guardar nesta viagem que faço, e me der pão para comer, e vestes para vestir;
E eu em paz tornar à casa de meu pai, o Senhor me será por Deus;
E esta pedra que tenho posto por coluna será casa de Deus; e de tudo quanto me deres, certamente te darei o dízimo.
Gênesis 28:11-22

Mais uma vez vemos a importância deste local pois nele a comunhão entre Jacó e o Senhor foi restarada após o triste crime violento cometido em vingança ao estupro de Diná, filha de Lia.
E chamou Jacó aquele lugar, onde Deus falara com ele, Betel. Gênesis 35:15

A seguir vários versículos para enaltecer esse local com tantas belas recordações das obras do Senhor. O local não tem poderes especiais ou místicos, que quero ressaltar são os momentos que Deus se mostra íntimo e acessível ao homem.
E moveu-se dali para a montanha do lado oriental de Betel, e armou a sua tenda, tendo Betel ao ocidente, e Ai ao oriente; e edificou ali um altar ao Senhor, e invocou o nome do Senhor. Gênesis 12:8
E morreu Débora, a ama de Rebeca, e foi sepultada ao pé de Betel, debaixo do carvalho cujo nome chamou Alom-Bacute. Gênesis 35:8
Assim chegou Jacó a Luz, que está na terra de Canaã (esta é Betel), ele e todo o povo que com ele havia. Gênesis 35:6
E edificou ali um altar, e chamou aquele lugar El-Betel; porquanto Deus ali se lhe tinha manifestado, quando fugia da face de seu irmão. Gênesis 35:7
Depois disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel, e habita ali; e faze ali um altar ao Deus que te apareceu, quando fugiste da face de Esaú teu irmão. Gênesis 35:1
E levantemo-nos, e subamos a Betel; e ali farei um altar ao Deus que me respondeu no dia da minha angústia, e que foi comigo no caminho que tenho andado. Gênesis 35:3
E partiram de Betel; e havia ainda um pequeno espaço de terra para chegar a Efrata, e deu à luz Raquel, e ela teve trabalho em seu parto. Gênesis 35:16
Eu sou o Deus de Betel, onde tens ungido uma coluna, onde me fizeste um voto; levanta-te agora, sai-te desta terra e torna-te à terra da tua parentela. Gênesis 31:13
E apareceu Deus outra vez a Jacó, vindo de Padã-Arã, e abençoou-o. Gênesis 35:9
E Deus subiu dele, do lugar onde falara com ele. Gênesis 35:13
Então deram a Jacó todos os deuses estranhos, que tinham em suas mãos, e as arrecadas que estavam em suas orelhas; e Jacó os escondeu debaixo do carvalho que está junto a Siquém. Gênesis 35:4
E disse-me o anjo de Deus em sonhos: Jacó! E eu disse: Eis-me aqui. Gênesis 31:11
Então levantou-se Jacó pela manhã de madrugada, e tomou a pedra que tinha posto por seu travesseiro, e a pôs por coluna, e derramou azeite em cima dela. Gênesis 28:18

Mesmo com toda essa história linda , foi nesse lugar que Jeroboão decidiu praticar idolatria (1Rs 12:28 e 13:6), em consequência do que o juízo de Deus decretou a destruição de Betel apesar das memórias sagradas do lugar.


quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Entendendo o sacrifico, altar, Redenção e Expiação


Entendendo o sacrifico.

Ofertas de sacríficos em holocaustos antes da Lei.

O primeiro sacrifício observado na bíblia nós podemos ver em Gn 4:4 quando Abel trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura e ofertou ao Senhor.

Mas podemos deduzir que em Gn 3:21 quando Deus fez túnicas de peles, houve sacrifico de um animal para ceder essa pele.

Baseado em Gn 3:21, temos uma instrução divina do tipo de oferta que deveria ter sido feita por Caim e mesmo assim Deus orienta que Caim reconsidere a sua oferta Gn4:7

Em Gn 8:20 vemos que Noé tomou de todo animal e ave limpa e ofereceu ao Senhor. E observamos que após esse ato Deus faz uma aliança com Noé e com a sua descendência Gn9:9.

Em Gn 22 vemos uma celebre história de Isaque que seria posto como Holocausto. Abraão recebeu do Senhor que era para pegar Isaque e ir a terra de Moriá e oferecer seu filho em holocausto sobre uma das montanhas que Deus ainda iria dizer. Após caminhar 3 dias viu o lugar! Baita provação para saber se Abraão temia mesmo a Deus.

Já o altar, temos as seguintes características dele em: “Ungirás também o altar do holocausto, e todos os seus utensílios; e santificarás o altar; e o altar será santíssimo” Êxodo 40:10; pode estar relacionados tanto a sacrifico como também a oferecer oferta e sacrifício em holocausto.

Em Êxodo e em Levítico vemos que o sacrifico era a tentativa renovável de restabelecimento da comunhão do homem com Deus. Entre Deus Santo e a conduta do homem pecador, para a manutenção dessa relação sempre há de haver sacrifício pois é impossível o pecado fazer parte da relação do homem com Deus.

Sacrifício é oferecer algo para Deus para pagar o pecado ou para agradar a Deus. Para que as pessoas não morressem dos seus pecados, Deus estabeleceu os sacrifícios para preservar o homem. O sacrifício de um animal deveria refletir o arrependimento da pessoa que o oferecia. Mas sem arrependimento e mudança de atitude, os sacrifícios não tinham valor algum (Sl 51:17).

Sacrifício envolve expiação, expiação significa que ao contrario do que se fala em "aplacar" a ira de Deus, na verdade significa estabelecer a reta justiça do nosso Senhor com relação a pena do pecado, destrói o pecado sem destruir o pecador. Envolve aspersão de sangue, prova da vida pois no sangue há a vida comprovando a substituição e o pagamento justo da pena.

Vemos que todos os animais envolvidos nos sacrifícios são uma tipificação de Cristo que é o nosso sacrifício perfeito. Hb 10:10-12, Hb 9:27-28

Só um sacrifício perfeito que era Cristo Jesus poderia haver a regeneração. Sacrifício único, suficiente e eterno.



Sacrifício de Cristo:

1- Foi predeterminado tendo sua origem na eternidade: At 2:23, 1 Pe 1:18-20, Ap 13:8

2- Foi voluntário: Jo 10:17 e 18, Gl 2:20

3- Foi a favor dos outros: 1Pe 3:18, 1 Co 15:3, Rm 4:25

4- Foi sacrificial como holocausto pelo pecado: 1 Co 5:7, Ex 12:13, 23; Is 53:10;; Hb 9:14

5- Foi expiatório: Gl 3:13 e Is 53:4-6

6- Foi propiciatório: Is 53:8, 10-12; Rm 3:25

7- Foi redentora: Gl 4:4 e 5, Gl 3:13 e Mt 20:28

8- foi substitutiva: 1 Pe 2:24, Lv 1:2-4, 2 Co 5:21, Rm 4:25, Mt 1:21; Mc 10:45



A obra Redentora de Cristo pode ser melhor compreendida a partir de 3 palavras greas atribuídas a ela:

1- Agorazo: "adquirir no mercado", nós estávamos vendidos "à escravidão do pecado" Rm 7:14 estávamos sob a setença de morte (Ez 18:4, Jo 3:18, 19), e o preco da compra foi o sangue do Redentor, que morreu em lugar deles (Mt 20:28)

2- Exagorazo: "comprar retirando do mercado" (Gl 3:13). Os remidos nunca mais serão passiveis de venda.

3- Lutroo: "soltar mediante pagamento". A redenção é efetuada por sacrifico e por poder (Ex 14:30). Cristo pagou o preço, e o Espirito Santo torna real o livramento, na experiência pessoal.




Sacrifício não é sofrimento. A diferença é que o sofrimento produz uma dor que morre em si mesma, que não serve para nada. Já o sacrifício dá fruto em meio as dores.

Não devemos classificar a nossa vida pelas dores que sentimos, mas devemos diferenciar sofrimento de sacrifícios. A dor é aliada da prudência. A dor nos modela, mostra quem somos. Não devemos fugir das dores; devemos aprender com elas. Triste seria lidar com a dor por meio do sofrimento, não do sacrifício.

Dentro de nós não encontraremos a resposta que pretendemos, não encontraremos segurança e sanidade. As dores deixam feridas. Mas a boa noticia é que uma ferida pode se transformar em cicatriz.

Devemos ser o sacrifico vivo dedicado a Deus (Rm12:1), sacrifício de Louvor que nada é que gratidão e só Cristo pode nos tornar e nos ensinar a sermos gratos.

Sobre João 17 - Cristo o Sumo Sacerdote


Sobre João 17



Este capitulo começa com a oração intercessória de Jesus como Sumo Sacerdote, e observamos no versículo 2 “...para que dê a vida eterna a todos quantos lhe deste”, sugere uma expiação seletiva, eletiva, pois não diz que a vida eterna é oferecida a todas as pessoas e sim à apenas aqueles que Deus deu a Cristo.

No versículo 5 vemos a eternidade de Cristo pois Ele afirma que estava com o Pai antes que o mundo existisse.

Mais uma vez vemos o caráter eletivo, no versículo 6, pois Cristo manifestou o nome de Deus aos homens que do mundo FORAM DADOS A CRISTO, pois ERAM DE DEUS, FORAM DADOS A CRISTO e GUARDARAM SUA PALAVRA. Versículo 9 afirma claramente “eu rogo por eles; não rogo pelo mundo, mas por aqueles que me deste...” mais uma vez embasando a doutrina da eleição e da expiação eletiva.

Os versículos 13 a 26 nos trazem grandes ensinamentos doutrinários.

1-     Promessa de alegria completa estando nós em Cristo (v13)

2-     Cristo nos deu a sua palavra (v14)

3-     Mundo odiou os discípulos pela palavra dada (v14)

4-     Discípulos que ouvem não são do Mundo (v14)

5-     Cristo não é do mundo (v14)

6-     Os discípulos não devem não estar no mundo, fisicamente falando. (v15)

7-     Cristo pede ao Pai que livre os discípulos que vivem no mundo, que os livre do mal. (v15)

8-     Deus enviou Cristo ao mundo (v18)

9-     Cristo envia os discípulos ao mundo (v18)

10-                       Unidade na verdade e na santidade entre Cristo e os discípulos (v19)

11-                       Mesma promessa atribuída aos discípulos é atribuída aos que hão de crer (v20)

12-                       Todos sejam a mesma unidade, para que mundo creia no envio de Cristo pela parte do Deus Pai;

13-                       “...perfeitos em unidade”, uma clara promessa e revelação da igreja de Cristo. (v23)

14-                       O amor de Deus e Cristo estão em nós (v26)

Sobre João capitulo 16 - Cristo ensinando sobre o Consolador


Sobre João capitulo 16



Este capitulo começa com Cristo alertando que Seus discípulos serão expulsos da sinagoga, e perder o convívio na sinagoga era um grande baque social, seriam malvistos socialmente e até poderiam ser mortos e a pessoa que o matasse poderia alegar que estaria fazendo uma obra em nome de Deus. Interessante que vemos hoje em dia o contrário, a igreja sendo cada vez mais aceita socialmente já que está cada dia mais parecida em hábitos, costumes e valores com o mundo.

No versículo 7 Cristo reafirma a necessidade de Sua ida ao Pai, mas que desta forma mandaria o Consolador, e Este:

1-     Convencerá o mundo do pecado: porque não creem em Cristo.

2-     Convencerá o mundo da justiça: porque Cristo irá para o Pai e não será visto. Ou seja, a morte e a ressurreição de Cristo são a prova forense da justiça de Deus.

3-     Convencerá o mundo sobre o juízo: porque o príncipe deste mundo já está julgado (Satanás).

4-     Guiará em toda verdade

5-     Não falará de Si mesmo

6-     Dirá tudo que já tivermos ouvido

7-     Anunciara o que há de vir

8-     Glorificará a Cristo

9-     Receberá de Cristo e de Cristo irá anunciar.

No versículo 21 temos o ensinamento para compreendemos o que é Sacrifício, Cristo ilustra usando a dor do parto, por mais que sinta tristeza por chegar a hora do parto, depois de ter dado a luz a criança, já não se lembra da aflição, pelo prazer de haver nascido um homem no mundo. Sofrer com um proposito maior é sacrifico e não sofrimento.



No versículo 23 vemos a concordância de andarmos em Cristo e na vontade do Pai e Ele irá os dar o sustento espiritual e material, tanto que o versículo diz:’...tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome; pedi, e recebereis, para que o vosso gozo se cumpra.”

Neste momento Cristo começa a falar abertamente e não mais por parábolas.

No versículo 32 observamos que Cristo afirma que:” ...vós sereis dispersos cada um para sua parte...” e completa com uma das mais lindas promessas NT:” tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom animo, eu venci o mundo.”

A certeza da promessa e do futuro nos faz compreender com mais clareza e com maior tranquilidade o sacrifico nosso do dia a dia.


Sobre João Cap 15 -A Videira Verdadeira


Sobre João Cap 15  - A Videira Verdadeira





Esse capitulo é conhecido, pois nele vemos que Jesus faz uma analogia entre Ele e uma videira verdadeira e afirma que o Pai é o lavrador. Neste trecho aprendemos:

1-     Todo galho sem fruto é tirado

2-     E todo galho que dá frutos é limpado para que dê ainda mais;

3-     A limpeza é feita pela Palavra de Deus;

4-     O galho por si só não dá fruto, mas só é possível se estiver junto a videira, assim também como não há frutos fora dos desígnios e da comunhão com Deus;

5-     Quem não estiver em Cristo será lançado fora e será queimado no fogo;

6-     Tudo que pedirmos será feito mediante a condição que se estivermos em Cristo e Cristo em nós, ou seja, total comunhão e concordância com Cristo.

7-     Deus será glorificado se dermos muitos frutos

8-     Prova que somos discípulos é se dermos frutos;

9-     Deus amou a cristo e Cristo nos ama da mesma forma;

10- Devemos permanecer no Seu amor, e se amamos devemos guardar a Sua palavra;

11- Institui um mandamento: que amemos uns aos outros como Cristo nos amou;

12- Não há amor maior que dar a sua vida pelos seus amigos;

13- E seremos amigos de Cristo se fizermos o que Ele nos orienta;



Após essa lição vemos a singular relação entre Cristo e Seus discípulos, no versículo 15 o Mestre os chama de amigos mostrando o contraste com servos e no versículo seguinte, o 16 vemos a eleição da parte de Deus e observamos “não me escolheste vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda.”

Esse versículo mostra que nossa eleição tem o propósito de darmos fruto e que sejam frutos permanentes e ai sim, após isso, nossos pedidos serão de acordo com a vontade de Deus pois assim Ele irá nos atender.

Mais uma vez Cristo se coloca em contraposição ao mundo, imiscíveis e antagônicos entre si.

No final vemos mais atributos do Espirito Santo: testificar de Cristo!!! Onde pois o culto ao Espirito Santo?????

Joao capitulo 14 - Único Caminho e verdade


Joao capitulo 14



Neste capitulo temos um dos trechos mais belos das Escrituras, um trecho de profundo cunho teológico e doutrinário, observamos no versículo 6: ”Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.” Observamos a exclusividade e unidade de Cristo em ser o Mediador entre Deus e o homem, temos o Reconciliador e como vemos em Jó, o Redentor!

Vemos mais um “fora” apostólico, neste caso, de Felipe: “Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta.” E Jesus explica:” Quem me vê a mim vê o pai e como dizes tu: mostra-nos o Pai?” a partir daí Cristo começa a falar de Sua divindade, e isto fica bem claro no versículo 10, mais especificamente no trecho “...mas o Pai, que está em mim...”

Já versículo 12 se trata de mais uma promessa, promessa essa para período da Graça, pois vemos “...que aquele que crê em mim também fará as oras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.” Tais obras só são possíveis pela obra de Cristo, pela Sua obra completa, Sua ressurreição, a ressurreição comprova a obra completa e Cristo. Todos morrem mas só Cristo ressuscitou!



No versículo 15 vemos uma nova orientação em nossa oração, para pedirmos em nome de Jesus e a garantia que procedendo assim, Cristo atenderá. Mas os pedidos devem estar de acordo com os ensinamentos das Palavras do senhor.



Logo após essa orientação de oração aprendemos que amar a Cristo é guardar seus mandamentos, não existe amor fora das ordenanças e princípios divinos. Fora disto pode ter qualquer nome menos amor.



Versículo 17 tem a promessa do Espirito Santo, onde o mundo não pode receber, logo o Espirito de Deus não está no Mundo. O nosso Consolador jamais nos deixará órfão.

Logo após isto a ressurreição podemos conceituar que é a união de Jesus como o Pai, união dos discípulos em Cristo e de Cristo nos Seus discípulos. Ressurreição é o ápice consolidando a obra de Cristo. Outro fato que comprova toda essa união entre o Pai, Cristo e seus discípulos  é a observância da Sua Palavra. Ou seja, nós permanecemos a partir da observância da Palavra.

Interessante ver a discrepância entre a pergunta carnal de Judas e a resposta espiritual de Cristo:

Judas pergunta: “...de onde vem que te hás de manifestar a nós, e não o mundo?”

Jesus responde:” Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, viremos para ele, e faremos nele morada.” Mais um versículo que comprova a trindade divina pois o atributo do Espirito é atribuído ao Pai e a Cristo, os 3 farão morada nos que o amam e guardam a Sua Palavra.

Mais um atributo do Espirito Santo é revlao no versículo 26,

1º vemos que Ele será enviado pelo Pai em nome de Cristo,

  ensinará todas as coisas

3º fara lembrar de tudo que Jesus disse.



No versículo 27, vemos que a paz de Cristo não é a paz do mundo, logo só poderemos obter a paz de Deus a partir Dele e isto não ocorre de modo natural.



O mundo sabe que Cristo ama a Deus pois Ele faz tudo quanto o Pai mandou.

Sobre João Cap. 13 - “Se eu não te lavar, não tens parte comigo.”


Sobre João Cap. 13 - “Se eu não te lavar, não tens parte comigo.”
Nesta última noite junto aos discípulos observamos a seguinte ordem de acontecimentos:
1-      Jesus participa da Pascoa com os apóstolos e os repreende por sua contenda (Mt 26:20)
2-      Lava os pés dos apóstolos (Jo 12:1-20)
3-      Identifica Judas como traidor (Mt 26: 21-25)
4-      Judas se afasta, os outros prometem ser fiéis (Jo 13:30)
5-      Jesus institui a ceia do Senhor (Mt 26:26-29)
6-      Fala aos onze no cenáculo (Jo 14)
7-      Fala aos onze no caminho para Getsêmani (Jo 15-16)
8-      Intercede ao pai pelos seus (Jo 17)
9-      Agoniza no jardim, é traído e preso (Mt 26:30)
Aqui neste capítulo vamos explorar com maiores detalhes o lavar os pés dos apóstolos realizado por Cristo.
O lavar dos pés ocorre logo após o encerramento da ceia, Cristo levantou-se e troca suas vestes por uma toalha e começou a larvar os pés dos discípulos e a enxugar-lhes com a toalha que estava vestido v. 5.
Quando Cristo se aproximou para lavar os pés de Pedro, este lhe disse: “Senhor, tu lavas-me os pés a mim?” e disse mais: “nunca lavarás os pés.” Neste momento vemos o gesto de humildade de Pedro, sabedor de sua condução e de quem era Jesus, interrogou que não era digno de tal ação, mas ele não fazia idéia é do que Cristo estava fazendo e qual implicação espiritual aquele ato significava.
Cristo deixa bem claro: “Se eu não te lavar, não tens parte comigo.” V8
Mesmo ouvindo tudo isto e mesmo com sua boa intenção ele ainda continua interrogando a Cristo, mas agora em mais uma demonstração de compreensão de sua condição de pecador.” Senhor, não só os meus pés, mas também as mãos e a cabeça.” Refletindo a confissão dele sobre seus atos e seus pensamentos pecaminosos.
Neste momento Cristo nos ensina mais uma grande doutrina da nossa fé, a justificação e a santificação, dizendo o seguinte:” Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo está limpo. Ora vós estais limpos, mas não todos.
As palavras “lavado” e “lavar” neste versículo são traduções de duas palavras gregas distintas. “Está lavado”, que também pode significar banhou-se, vem do grego louô e indica o lavar completo do corpo. A segunda palavra é o grego niptõ, termo que o NT geralmente usa para referir-se ao lavar as mãos ou os pés. (Mt 15:2).
A imagem subjacente é de alguém, no oriente, que retorna dos banhos públicos para casa. Os pés dessas pessoas geralmente estavam sujos e precisavam ser limpos, mas não seu corpo. Da mesma maneira, o crente, diante da lei, foi lavado de seus pecados “uma vez” (Hb 10:1-12), mas, durante toda a sua vida terrena, necessita levar seus pecados diários ao Pai e confessá-los, a fim de poder desfrutar de comunhão ininterrupta com o Pai e com o Filho (1 Jo1:1-10). O sangue de Cristo sempre é a resposta a tudo o que a lei poderia dizer sobre a culpa do crente, mas este necessita ser purificado constantemente da contaminação do pecado. Não há comunhão com contaminação. Há a necessidade de estar limpo, por isso... “Se eu não te lavar, não tens parte comigo.”

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